Este blog é um espaço destinado a educadores brasileiros que trabalham direta ou indiretamente com a Educação Infantil e tem como principal objetivo atuar como um ambiente de divulgação e discussão de ferramentas pedagógicas que auxiliem a prática dos educadores que lidam diariamente com nossas fascinantes crianças...

Aqui serão divulgados textos, mensagens, videos e informações atuais sobre Educação Infantil...

SEJAM BEM VINDOS!!!

Uma iniciativa das alunas: Maria Santana Neri; Ana Karlas Pereira e Kelly Couto e demais alunos do curso de Pedagogia da Faculdade de Tecnologia e Ciências – FTC, Unidade educativa de Brejões, Estado da Bahia.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A Importância Do Contar Histórias Na Educação Infantil

 Ler histórias para crianças é poder sorrir, rir, gargalhar com as situações vividas pelas personagens, é suscitar o imaginário, é ter curiosidade respondida em relação a tantas perguntas, é encontrar ideias para solucionar questões. É uma possibilidades de descobrir o mundo imenso dos conflitos, dos impasses, das soluções que todos vivemos e atravessamos.
 É ouvindo histórias que se pode sentir emoções importantes como a tristeza, o pavor, a insegurança, a tranquilidade e tantas outras mais.
“É através duma história que se podem descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outra ética, outra ótica...É ficar sabendo História, Geografia, Filosofia, Política, Sociologia, sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem cara de aula...”.( ABRAMOVICH, 1995, p. 17).
A leitura é uma forma exemplar de aprendizagem, é um dos meios mais eficazes de desenvolvimento sistemático da linguagem e da personalidade. Favorece a remoção de barreiras educacionais, principalmente através da promoção do desenvolvimento da linguagem e do exercício intelectual, aumentando a possibilidade de normalização da situação pessoal de um indivíduo.
A exposição à leitura da histórias no seio familiar durante os anos pré-escolares, leva muitas crianças ao sucesso escolar. As crianças que vivem num ambiente letrado desenvolvem um interesse lúdico com respeito às atividades de leitura e escrita, praticadas pelos adultos que a rodeiam. Esse interesse varia de acordo com a qualidade, frequência e valor destas atividades realizadas pelos adultos que convivem com as crianças. Se uma mãe ler para seu filho textos interessantes e com boa qualidade, nota-se que estará transmitindo a ele informações variadas sobre a língua escrita e sobre o mundo. Isso é de suma importância para a criança, pois irá levá-la a interessar-se cada vez mais pela leitura das histórias ouvidas.
Ao adentrar no mundo escolar, a leitura não mais se realizará como na família, devendo sofrer modificações que são vitais para o desenvolvimento da aprendizagem. Para poder transmitir à criança uma visão clara do que se está lendo, o professor deverá ter algumas atitudes, tais como:
 · Visualizar o livro para a criança, através da exposição das gravuras;
 · Ler de forma liberal, porém clara e agradável, atraindo a atenção da criança;
 · Manter-se aberto para as perguntas das crianças, incentivando a troca de comentários sobre o texto lido.
Contar histórias é á mais antigas das artes. Nos velhos tempos, o povo assentava ao redor do fogo para esquentar, alegrar, conversar, contar casos. Pessoas que vinham de longe de suas Pátrias contavam e repetiam histórias para guardar suas tradições e sua língua. As histórias se incorporam à nossa cultura. Ganharam as nossas casas através da doce voz materna, das velhas babás, dos livros coloridos, para encantamento da criançada. E os pedagogos, sempre à procura de técnicas e processos adequados à educação das crianças, descobriram esta “mina de ouro” as histórias.
Parte importante na vida da criança desde a mais tenra idade, a literatura constitui alimento precioso para sua alma. É conhecendo a criança e o mistério delicioso do seu mundo que podemos avaliar todo o valor da literatura em sua formação. As crianças tem um mundo próprio, todo seu, povoado de sonhos e fantasias.
 A história é contada visando:
   · deleitar a criança;
 · infundir o amor à beleza;
 · desenvolver sua imaginação;
 · desenvolver o poder da observação;
 · ampliar as experiências;
 · desenvolver o gosto artístico;
 · estabelecer uma ligação interna entre o mundo da fantasia e o da realidade;
 No sentido da língua, particularmente, as histórias:

· enriquecem a experiência;
 · desenvolvem a capacidade de dar sequência lógica aos fatos;
 · dão o sentido da ordem;
 · esclarecem o pensamento;
 · educam a atenção;
 · desenvolve o gosto literário;
 · fixam e ampliam o vocabulário;
 · estimulam o interesse pela leitura;
 · desenvolvem a linguagem oral e escrita;

As histórias são fontes maravilhosas de experiências. São meios preciosos de ampliar o horizonte da criança e aumentar sue conhecimento em relação ao mundo que a cerca. Mas é precioso saber usar as histórias para que dela as se alcance retirar tudo o que podem dar à educação. Um dos principais elementos a ser alcançado é o poder de imaginação que, tirando a criança do seu ambiente, lhe permite ao espírito “trabalhar” a imaginação. As histórias têm como valor específico o desenvolvimento das ideias, e cada vez que elas são contadas acrescentam às crianças novos conhecimentos.
Segundo ABRAMOVICH “O ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imagiar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo ( a mesma história ou outra). Afinal, tudo pode nascer dum texto!”
Por isso educadores nunca deixem de contar histórias!

Referencia: Estudos de Literatura Infantil, 1991

PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA

PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA

ESCRITAS PRÉ-SILÁBICAS:

ESCREVER NÃO É A MESMA COISA QUE DESENHAR
A primeira diferenciação que estabelecerão refere-se à distinção entre os
desenhos, por um lado, e outros signos, como letras, números, grafias diversas etc.
GRAFISMOS PRIMITIVOS: RABISCOS, PSEUDOLETRAS
As primeiras tentativas infantis ao escrever produzem alguns signos que já não
são desenhos, mas tampouco letras convencionais. São grafias que tentam se parecer
com as letras, com maior ou menor sucesso.

DIFERENÇAS ENTRE LETRAS E NÚMEROS
A criança logo notará que existem dois tipos de signos gráficos, além dos
desenhos: letras e números. No começo, usam-nos indistintamente.

ESCRITA SEM CONTROLE DE QUANTIDADE
Uma vez que as crianças já sabem que para escrever se usam signos especiais,
propõem-se o problema de como podem escrever diferentes coisas. Em algumas
crianças -não em todas-, aparece um momento evolutivo em que as escritas ocupam
toda a largura da página

ESCRITAS FIXAS
Nestas primeiras tentativas de escrita, pode ser que a criança ainda não tenha
percebido a diferenciação que nós adultos, fazemos entre as palavras: escrevem o
mesmo conjunto de signos para qualquer coisa.

ESCRITAS DIFERENCIADAS
As escritas das crianças adquirem rapidamente novas diferenciações: as crianças
escrevem palavras longas e curtas, letras grandes e pequenas, variando segundo critérios
estabelecidos.

DIFERENCIAÇÃO NA QUANTIDADE, NA ORDEM OU NA VARIEDADE DE
LETRAS
Introduzem mudanças ao escrever diferentes palavras, mediante a variação do
repertório de letras utilizadas ou introduzindo mudanças e diferenciações quanto à
ordem ou quantidade das letras em cada palavra
.
ESCRITAS SILÁBICAS
Cada letra representa um som. Como a unidade de som que se percebe é a sílaba,
cada sílaba pode ser representada por um algum símbolo ou por letras correspondentes
(vogal ou consoante).
0000 bor-bo-le-ta
000 ca-va-lo Quantitativo (sem valor sonoro)
00 ti-gre
OOEA bor-bo-le-ta Qualitativo (com valor sonoro)
AAO ca-va-lo
IE ti-gre

ESCRITAS SILÁBICO-ALFABÉTICAS
Quando a criança descobre que uma sílaba pode ser escrita com vogal e/ou com
consoante, acaba-se por escrever ambas. Por um período de tempo ela combina na
escrita o critério silábico com escritas alfabéticas. Assim, na escrita da criança aparece a
forma silábica e alfabética numa mesma palavra.
EX: CAAO (cavalo), BOOLEA (borboleta)
Representa algumas palavras com omissões de letras
A criança escreve a palavra combinando o critério silábico com escritas alfabéticas,
embora omita letras no interior das sílabas.
Representa algumas palavras acrescentando letras
A criança escreve a palavra combinando o critério silábico com escritas alfabéticas,
embora acrescente letras no interior das sílabas.
Representa a escrita ora silabicamente, ora alfabeticamente
Na escrita da criança aparece a forma silábica e alfabética numa mesma palavra.

ESCRITAS ALFABÉTICAS
A criança ao atingir o nível alfabético, escreve com marcas na oralidade. Dessa
forma, escreve exatamente do jeito que fala. Como nos exemplos a seguir: VAZU
(vaso), TAQUICI (táxi), PASTEU (pastel). As omissões, trocas e inversões de letras
também são bem comuns nesse estágio.
À medida que vão interagindo com a linguagem escrita, vão percebendo que a
escrita não é uma representação fiel da fala e aparecem novos problemas de escrita. S/Z,
J/G, H, O e E final de palavra, a separação das palavras etc.
Escreve alfabeticamente com omissões de letras nas sílabas. Ex: CATO (CANTO),
TIGE (TIGRE), BASIU (BRASIL)...
Escreve alfabeticamente com trocas de letras de sons semelhantes. Ex: DADU (TATU),
XANELA (JANELA), ESCELETE (EXCELENTE)...
Escreve alfabeticamente com acréscimos de letras nas sílabas. MARCACO
(MACACO)...
Escreve alfabeticamente, mas troca a posição de algumas letras nas sílabas.
Ex: SECOLA (ESCOLA), CARVO (CRAVO)...
Escreve alfabeticamente a frase sem segmentação (separação) entre as palavras. Ou
seja, não escreve deixando os espaços em branco entre as palavras.
Ex: LUIZABUTOUMAMAUNASALADA
Escreve todas as palavras ortograficamente
Ex: A menina gosta de mel com limão.
Fonte: Maruny Curto, Lluís. Escrever e ler: como as crianças aprendem e como o
professor pode ensiná-las a ler e a escrever. Porto Alegre: Artmed Editora, 2000.

QUADRO DE EVOLUÇÃO CONCEITUAL DA ESCRITA
1º Período
2º Período
3º Período
*Diferenciação da
escrita e desenho
*A escrita substitui o
desenho
Modos de
diferenciação:
*Qualitativo (variedade de
letras)
*Quantitativo (quantidade
de letras)
Fonetização da
escrita:
(períodos silábico,
silábico-alfabético e
alfabético)

sábado, 10 de novembro de 2012

A importância do brincar para o desenvolvimento da criança



“Brincando a criança desenvolve importantes capacidades, torna-se criativa e atenciosa, imita, memoriza, imagina e amadurece”
            Brincar é inerente ao ser humano: brincamos quando crianças, quando adultos e quando idosos, pois brincar é uma ação contínua que envolve pensamento-ação-reação.
O universo infantil está presente em cada um de nós. As experiências da infância deixam profundas marcas em nossas vidas e, mesmo sem sabermos disso, as trazemos nos gestos, nas falas e nos costumes. Os brinquedos, as brincadeiras e o brincar integram esse leque de experiências vividas por nós, seres humanos.
            Brincar para a criança é a mais clara expressão de sua realidade, pois é por meio dessa ação que ela desenvolve seu raciocínio lógico, suas habilidades, seu pensamento e sua criatividade, ou seja, o brincar é essencial às crianças por seu papel no desen-volvimento, na aprendizagem e no próprio bem estar. Ele revela de diversas formas que tem poder terapêutico natural, além de constituir na promoção do desenvolvimento infantil, nas esferas emocional, cognitiva, social, moral e motora.
            A criança usa o brincar para se comunicar, se entender, se desenvolver, enfim, para viver. Assim, para que a criança cresça e se desenvolva com liberdade de expressão, criatividade e autonomia, é importante que se faça presente em seu desenvolvimento um suporte capaz de permitir diversas experiências e a utilização de recursos que possibilitem a satisfação de suas necessidades prioritárias, a expressão de seus anseios, desejos, sentimentos, vontades e desagrados, bem como a interação ao meio coletivo com crescente autonomia e socialização.
            Brincando a criança desenvolve impor-tantes capacidades, torna-se criativa e atenciosa, imita, memoriza, imagina e amadurece, também, algumas capacidades de socialização por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais.
Para a criança, brincar é a oportunidade de obter inúmeros benefícios, dentre os quais se incluem sentir prazer, não importando o papel que desempenha na brincadeira; estar livre dos comandos dos adultos, podendo, assim, elas próprias, comandarem, esco-lherem, formularem regras e assumirem o seu espetáculo da maneira que for melhor para elas; descobrir o mundo; sentir-se feliz e estimulada a descobrir o mundo, inves-tigando, testando, analisando, identificando, interpretando e explorando relações de causa e efeito; aprender brincando em qualquer área da vida; desenvolver a auto-estima.
Assim, o brincar é o fazer em si, um fazer que requer tempo e espaço próprio, que se constitui de experiências culturais, que é universal e próprio da saúde, porque facilita o crescimento, conduz aos relacionamentos grupais, podendo ser uma forma de comunicação consigo mesmo e com os outros.
            O brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento e a educação das crianças. Ao proporcionar brincar cria-se um espaço no qual as crianças podem experimentar o mundo, interpretar, significar e compreender de maneira ativa e prática os comportamentos, usos, costumes e sentimentos do homem.
É dever do adulto defender o brincar como um acontecimento relevante para o pleno desenvolvimento da criança, além de deixá-la explorar livremente o brinquedo, mesmo que a exploração não seja a que esperávamos. Não nos cabe interromper o pensamento da criança ou atrapalhar a simbolização que está fazendo. Devemos nos limitar a sugerir, a estimular, a explicar, sem impor nossa forma de agir, para que a criança aprenda descobrindo e compreendendo, e não por simples imitação. A participação do adulto é para ouvir, motivá-la a falar, pensar, inventar e reinventar, criar e recriar.
            Para Piaget os professores podem colaborar com as crianças proporcionando os materiais apropriados, mas o essencial é que, para que uma criança entenda, ela mesma construa, reinventando. Cada vez que ensinamos algo a uma criança estamos impedindo que ela descubra por si mesma. Por outro lado, aquilo que permitimos que descubra por si mesma, permanecerá com ela.
            Observar as crianças brincando à nossa volta nos leva a refletir sobre a forma como poderemos contribuir com o seu desen-volvimento pessoal e social, ou seja, como poderemos oportunizar um processo de troca, partilha, confronto e negociação; propiciar novas conquistas individuais e coletivas; levar a aprender a competir, a cooperar e a conviver como ser social; e a ter a oportunidade de vivenciar concretamente a elaboração e negociação de regras de convivência.
            Enfatizamos que o ato de brincar é uma das atitudes mais importantes que o adulto pode assumir em relação à criança, para contribuir com o seu desenvolvimento. É permitir que ela seja criança, nada mais nada menos que criança, e que brinque, brinque muito.
É no brincar e, somente no brincar, que o indivíduo, criança e adulto, pode ser criativo e utilizar sua personalidade integral: e é somente sendo criativo que o indivíduo descobre o eu (self).
            Fazendo uso das palavras de Chateau, “uma criança que não brinca, uma miniatura de velho, será um adulto que não saberá pensar”.

Professora pós-doutora – Cleide Vitor Mussini Batista

Frases sobre Educação


"Educar é crescer. E crescer é viver. Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra".
Anísio Teixeira
“Nem tudo que é enfrentado pode ser modificado. Mas, nada que não é enfrentado pode ser modificado.” 
James Baldwin
"O que me faz esperançoso não é a certeza do achado, mas mover-me na busca..."
Paulo Freire
"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."
Paulo Freire
"Seja humilde se quer adquirir sabedoria. Porém, seja ainda mais humilde quando a tiver adquirido."
Helena Blavatsky
"Aprendemos que é possível ser feliz simplesmente pelo fato de estarmos vivendo."
Wilheim Schürmann
“Pensar é fácil, agir é difícil, mas a vida só pertence aos que sabem unir pensamento à ação.”
Viana Moog
"Nunca está só quem possui um bom livro para ler e boas idéias sobre as quais meditar."
 Renato Kehl
"Um professor pode levá-lo até a porta, mas abri-la é com você."
Provérbio Chinês
"Aquele que consegue fazer coisas difíceis parecerem fáceis é um educador."
Ralph Waldo Emerson
"Quando ensinas o teu filho, estás a ensinar o filho do teu filho."
do Talmude
"Feliz é aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina".
Cora Coralina
"O melhor educador é o que conseguiu educar a si mesmo."
Provérbio Oriental
"Mestre não é quem sempre ensina, mas quem, de repente, aprende."
Guimarães Rosa
"Educai as crianças e não será necessário punir os homens."
 Pitágoras
Ainda que chegues a viver cem anos, nunca deixes de aprender."
(Provérbio Persa)
"O único homem que não erra é aquele que nunca fez nada."
Theodore Roosevelt
"A melhor maneira de tornar as crianças boas, é torná-las felizes."
Oscar Wilde
 "A primeira ideia que uma criança precisa ter é a da diferença entre o bem e mal. E a principal função do educador é cuidar para que ela não confunda o bem com a passividade e o mal com a atividade."
Maria Montessori
"As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas."
Joseph Joubert
"Os educadores precisam compreender que ajudar as pessoas a se tornarem pessoas é muito mais importante do que ajudá-las a tornarem-se matemáticas, poliglotas ou coisa que o valha."
 Carl Rogers
"Os nossos desejos são como crianças pequenas: quanto mais lhes cedemos, mais exigentes se tornam."
Proverbio Chinês
“O professor pensa ensinar o que sabe, o que recolheu nos livros e da vida, mas o aluno aprende do professor não necessariamente o que o outro quer ensinar, mas aquilo que quer aprender”.
Affonso Romano de Sant’Anna
"Tudo o que eu devia saber na vida aprendi no Jardim de infância".
Robert Fulghum
"Reconheça as conquistas todos os dias. Recompense a responsabilidade o tempo todo.
(Anonimo)
                                         ♥
Todos nós temos talento em alguma área. Basta descobrir qual."
 Evelyn Blose Holman
"Eu defino o futuro. Eu ensino."
 Christa McAuliffe
"Educação significa crescimento."
 John Dewey
"Nossa missão é ajudar as crianças a encontrar seu espaço. É muito simples."
 Elaine Collins
"O segredo da educação reside no respeito ao aluno."
 Ralph Waldo Emerson
“Contaram-me e esqueci. Vi e entendi. Fiz e aprendi”.
Confúcio
" O vento é o mesmo mas sua resposta é diferente em cada folha".
Cecília Meireles
"Não se pode ensinar nada a um homem. Pode-se apenas ajudá-lo a encontrar a resposta dentro dele mesmo."
Galileu Galilei
"A tarefa essencial do professor é despertar a alegria de trabalhar e de conhecer."
Albert Einstein
"Ser educador é ser um poeta do amor. Educar é acreditar na vida e ter esperança no futuro. Educar é semear com sabedoria e colher com paciência."
 Augusto Cury
"Educar é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo".
Paulo Freire

Verdades da Profissão de Professor:

        Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.

        A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda."
                                                                                                                           Paulo Freire

Principais Fundamentos da Educação Infantil


Educação Infantil: Cuidar, Educar e Brincar


História da Educação Infantil no Brasil


Educação Infantil - Roda de conversa


Sugestões de atividades para Educação Infantil


Avaliação na Educação Infantil - legislação, pesquisas e práticas


Referencial Curricular Nacional para a educação infantil - um panorama sobre o documento


Curriculo na Educação Infantil: definições legais


Referênciais curriculares nacionais para a educação infantil


Educação, para onde vai? - Mini história da educação no Brasil